UPC Unidade Pastoral de Cantanhde

INFORMAÇÕES



Administração

Atendimento de Cartório e Secretaria Paroquial (no Centro Paroquial)
De terça a sexta-feira ˃ 15h30-19h30
Aos sábados ˃ 09h00-13h00

Atendimento pelo Pároco (na Igreja de Cantanhede)
De quarta a sexta-feira
18h00-19h00

Visita a doentes pelo Pároco
No Hospital e Misericórdia à terça-feira das 17h30 às 19h00
Nas diversas localidades, em suas casas ˃ Habitualmente no Advento e na Quaresma


Contactos

Unidade Pastoral de Cantanhede
Centro Social e Paroquial de S. Pedro
Rua dos Bombeiros Voluntários, nº 330
3060-163 CANTANHEDE

Site da Unidade Pastoral
www.upc.pt

Secretaria
Telefone: 231422870
Telemóvel: 961697759
unidadepastoraldecantanhede@gmail.com

Jornal Boa Nova
Telefone: 231422870
Telemóvel: 961697859
geral@jornalboanova.pt
Reserva do auditório ou salas ˃ 917103231

P.e João Pedro Lopes da Silva
Rua Henrique Barreto, 39,
3060-176 CANTANHEDE
Telemóvel: 967432017
Telefone: 231403824
pjoaopedrosilva@gmail.com
Ministros Ordenados


P. João Pedro Lopes da Silva


D.N. 28/12/1986
D.O. 11/12/1911

Pároco


Diác. Manuel Rodrigues Gonçalves Sebastião


D.N. 05/11/1947
D.O. 25/06/2017

Diácono Permanente


Diác. Eurico Manuel Carvalheiro de Matos


D.N. 15/07/1954
D.O. 25/06/2017

Diácono Permanente
Ao início do ser cristão, não há uma decisão ética ou uma grande ideia, mas o encontro com um acontecimento, com uma Pessoa que dá à vida um novo horizonte e, desta forma, o rumo decisivo.

(Bento XVI)

QUEM SOMOS

- QUEM SOMOS -

O documento de base intitulado Visão Global das Unidades Pastorais (2014) lançou as comunidades paroquiais da Diocese de Coimbra num caminho progressivo mas determinado, ao propor as unidades pastorais como um caminho de futuro. Assim, se constituiu a Unidade Pastoral de Cantanhede, atualmente formada pelas paróquias de Cantanhede, Outil e Portunhos.




- CARACTERIZAÇÃO GERAL DO CONCELHO -

Cantanhede tem um lugar geográfico central numa área que, num raio de vinte quilómetros, enquadra várias unidades geográficas:

- a Gândara, espraiada sobre o mar, com um horizonte entrecortado pelas nuances cromáticas da floresta e dos milheirais, onde é possível usufruir dos recantos bucólicos das nascentes, na Fervença ou em muitos outros locais, desfrutar do branco macio dos areais e do cheiro a maresia de praias que conservam intactas as suas tradições de arte xávega e apreciar os sabores apaladados da caldeirada, do robalo ou da sardinha assada na telha.
- a Bairrada, no interior, onde as estações do ano se contam pelo crescer da vinha, tem no leitão assado a melhor iguaria da sua rica tradição gastronómica e no vinho de Cantanhede o mais precioso néctar desta região demarcada (persistem ainda as referências a um amanho cuidado das encostas solarengas que fazem parte do imaginário coletivo).
- o Baixo-Mondego, a Sul, depois da passagem pelo relevo escarpado das pedreiras, onde surgem amiúde marcas das atividades relacionadas com a extração da pedra de Ançã tão apreciada pelos mais proeminentes escultores dos séculos XV e XVI, estende-se um vale fértil e alagadiço que integra os Campos do Mondego.

Com uma paisagem urbana marcada por uma certa dispersão, o Concelho de Cantanhede mantém visíveis componentes características das ancestrais formas de organização social relacionadas com atividades agrícolas de outros tempos. A este nível, perduram ainda exemplos notáveis da popular casa gandaresa, verdadeiro ex libris da arquitetura tradicional portuguesa, ou das moradias solarengas, com janelas manuelinas trilobadas ou de avental recortado, escadas de tradição setecentista e portas decoradas com brasões sabiamente esculpidos.

Historicamente, consequência da sua centralidade e acessibilidade, Cantanhede tornou-se um centro comercial importante, que favoreceu não só a existência de armazéns de venda por grosso, desde vinho a mercearias e cereais, tecidos, malhas e miudezas, mas também a realização de duas feiras mensais nos dias 6 e 20.

A destacar está a evolução artística da região que hoje integra o Concelho de Cantanhede sempre bastante unida à coimbrã, pelo facto de os artistas (como Juão de Ruão, Tomé Velho, ou José Carvalho) e os mecenas (diversas instituições de Coimbra tinham largos bens fundiários ou direitos em igrejas da região que as levava a investirem aqui - sobretudo o mosteiro de Santa Cruz, a universidade, e o cabido catedralício -, mas também os senhores de Cantanhede patrocinavam obras em Coimbra - como o Paço do Conde) que aqui atuavam serem habitualmente os mesmos que operavam em Coimbra. Foi sobretudo na atividade escultórica que Cantanhede mais se distinguiu, em particular do século XIV até ao início da centúria de seiscentos. A “pedra de Ançã”, recolhida das pedreiras situadas nas freguesias de Ançã, Portunhos e Outil, calcário oolítico do Jurássico Médio (Dogger) foi a matéria-prima chave.

Algumas indústrias artesanais já tiveram a sua importância na região, mas entretanto entraram em decadência ou mesmo desapareceram: o linho; a apicultura e a consequente extração do mel; a indústria de curtumes (na Pocariça); a indústria da pirotecnia e de fogo de artifício (Ourentã e Póvoa do Bispo); a moagem do milho. Com início nos finais do século XVIII, ao longo do século seguinte e primeiras décadas do século decorrente, floresceu na vila de Cantanhede a indústria de sinos. A importação e depósito de artigos de ouro e relojoaria fizeram deste Concelho (particularmente Febres, Vilamar, Fontinha e Balças) um dos mais relevantes do país, neste setor, feito para o qual em grande parte contribuíram os ourives ambulantes (os célebres “malas verdes”).

Atualmente, Cantanhede é o maior concelho do Distrito de Coimbra e localiza-se no centro de um triângulo geográfico de notória importância económica, em cujos vértices se situam, além da sede de distrito, as cidades de Aveiro e Figueira da Foz. Dos atuais 38.032 habitantes residentes no Município, 17.920 constituem a sua população ativa, que se distribui em 36% no sector primário, 26% no secundário e 38% no terciário.

Para além dos elevados índices de produção de batata, leite e recursos florestais, Cantanhede tem na vitivinicultura a atividade com maior expressão e visibilidade, fruto do reconhecimento que os seus vinhos alcançaram como verdadeiro ex libris da Região Demarcada da Bairrada.

Entretanto, o Concelho enfrenta atualmente um processo de expansão económica que está a permitir ultrapassar os constrangimentos decorrentes da histórica dependência dos sectores agrícola e comercial, consubstanciado numa profunda transfiguração do tecido produtivo, em resultado do número significativo de empresas que se têm vindo a instalar nas zonas industriais de Cantanhede, Murtede, Febres e Tocha.

No decurso da evolução registada, assume particular relevância o Biocant Park, único parque de biotecnologia existente em Portugal. Por outro lado, a realização da EXPOFACIC (Exposição/feira de agricultura, do comércio e da indústria de Cantanhede) que habitualmente vem congregando cerca de 500 expositores, 45 tasquinhas e exposições culturais, e proporcionando grandes espetáculos de música, são prova do grande dinamismo dos habitantes da região e da sua capacidade de unir forças.

- ENQUADRAMENTO HISTÓRICO -




CANTANHEDE

O topónimo Cantanhede vem da raiz celta cant, que significa “pedra grande”, e relaciona-se com as pedreiras existentes na região. Daqui nasceu o primitivo “Cantonieti”, mencionado na documentação dos séculos XI, XII e XIII também com as grafias “Cantoniedi”, “Cantonidi” e “Cantonetu”.

As suas primeiras referências históricas remontam a 1087, data em que D. Sisnando, governador de Coimbra, a teria mandado fortificar e povoar. Segundo alguns autores, D. Afonso II terá dado foral a Cantanhede, posteriormente confirmado pelo foral outorgado por D. Manuel I, em 20 de Maio de 1514.

Foram seus donatários os Meneses, tendo sido D. Pedro de Meneses o primeiro Conde de Cantanhede, título nobiliárquico criado por D. Afonso V por carta datada de 6 de Julho de 1479. O título seria depois renovado por Filipe II, em 1618, na pessoa de seu neto e pai de D. António Luís de Meneses, 3.º Conde de Cantanhede e 1.º Marquês de Marialva, que se notabilizou nas Batalhas de Linhas de Elvas e Montes Claros e que foi um dos vultos mais importantes da Restauração de 1640.

Das personalidades de vulto associadas a Cantanhede merecem especial referência o Capitão Pedro Teixeira, conquistador da Amazónia, D. João Crisóstomo de Amorim Pessoa, prelado, distinto orador sacro e Arcebispo Primaz de Braga entre 1876 e 1883, Jaime Cortesão, médico, historiador e ensaísta, Carlos de Oliveira, escritor e poeta, António de Lima Fragoso, pianista e compositor emérito, Augusto Abelaira, escritor, e Maria Amélia de Magalhães Carneiro, pintora.




OUTIL

Desde cedo a freguesia de Outil terá contado com a presença humana, como o comprova um imponente dolmén (estrutura funerária), localizado no sítio da Moita. Da época de domínio romano, em meados do século passado, foi descoberta uma necrópole, englobando uma dezena de sepulturas, numa pedreira do sítio da Gândara.

Alguns moradores antigos guardam ainda na memória referências ouvidas de seus antepassados a uma torre – chamada a “Torre do Castelo” – que restaria do corpo desaparecido dum castelo, cujas ruinas ainda se podem apreciar. Este vago registo etnofolclórico, a confirmar-se, poderá eventualmente aludir a uma construção de época medieval, do tipo das casas-torres, espécie de residências senhoriais fortificadas.

A Grande Enciclopédia Luso-Brasileira defende que, na idade média, Outil foi sede de um couto (propriedade pertencente a membros do clero) de que eram donatários os Correia de Sá (Asseca) cujo prior recebia, na época, a quantia de 200 mil reis de renda. A importância do mencionado couto pode aferir-se pelo facto de dispor de justiças próprias, autoridades e empregados. Mais tarde, já no século XVI, em 20 de Dezembro de 1519, o rei D. Manuel I concedeu mesmo a Outil o seu foral, no qual atribuía aos seus moradores determinados privilégios e regulava a sua administração própria, reconhecendo um certo grau de autonomia. Um curioso cruzeiro de armoriado capitel, no largo de Outil, poderá mesmo testemunhá-lo.

Relacionada com a época e contexto das Invasões Francesas, de inícios do século XIX, a mesma fonte bibliográfica defende existir em Vila Nova de Outil uma enorme trincheira artificial, com dois metros de altura e cerca de um quilómetro de comprimento que teria servido para impedir ou retardar a progressão dos exércitos napoleónicos, aquando das invasões francesas, no reinado de D. João VI, sítio esse que é conhecido como Bombarda.

Atualmente, em Outil, predomina ainda a agricultura, com produções de vinho, trigo, milho, leite, azeite e frutas; enquanto em Vila Nova, a atividade predominante é a extração de cantaria.




PORTUNHOS

O primeiro documento que faz referência a Portunhos é de 1080, com a grafia toponímica “Portunica”. A Ribeira de Ançã é o seu principal curso de água, que consta ter sido navegável até Portunhos, e lhe teria valido a alegada designação primitiva de “Portinhos” (posteriormente alterada, a partir do século XVI, para a sua atual forma). Um outro ribeiro, de menor expressão e conhecido pela designação de “Olho da Fonte”, banha a parte oriental da freguesia, onde se implantarão os aglomerados populacionais da Pena e de Vale de Água e diversos engenhos de moagem.

A freguesia fez parte integrante do termo concelhio de Ançã (numa carta foralenga, datada de 1371 e mandada exarar por D. Fernando, este monarca, ao fazer a doação de jurisdição da vila de Ançã ao então Conde de Barcelos, D. Afonso Telo, menciona a localidade de Portunhos como integrante desse termo) até à respetiva extinção desta antiga circunscrição, a 31 de dezembro de 1853, altura em que transitaria para Cantanhede.

A exploração do calcário (brita, rachão, calçadas, cantarias) é a principal fonte de rendimentos da população. Da pedreira d’El Rei saiu a matéria-prima que, pelas suas características únicas – maciez, alvura, plasticidade – tem sido usada, desde a Renascença, na arquitetura (Hotel Palace do Buçaco) e na escultura. No lugar da Pena, no sítio chamado Pardieiros, foi descoberto em 1991 um “tesouro” de cerca de duas mil moedas romanas, datadas dos finais do séc. IV e inícios do séc. V.

A Freguesia de Portunhos, mais precisamente o lugar da Pena, viveu também a sua Revolta da Maria da Fonte (assim chamada naturalmente pela semelhança que teve com o levantamento do Minho). Lê-se em “O Marialva”: “Tratava-se de dar execução à lei que institui os cemitérios, acabando com os enterramentos dentro das igrejas. O primeiro enterramento no cemitério, que era o do cadáver de uma criança, provocou tal indignação no mulherio que o sino, chamando a rebate, pôs todas as mulheres em pé-de-guerra! Nem o Padre (…) nem o administrador do Concelho (…), que foi desrespeitado e ofendido, conseguiram acalmar a revolta feminina (…). Vieram tropas de infantaria e da cavalaria para dominar o tumulto; e só passados dias, e depois de cenas violentas, é que as tropas conseguiram acalmar os revoltosos, que foram presos em grande número e condenados no Tribunal de Cantanhede”. O cortejo fúnebre que então se dirigia para o cemitério de Portunhos foi interrompido de assalto por uma mulher que leva os restos mortais da criança para a igreja da Pena, a que de pronto toda a população se junta e protege, impedindo que enterrem a criança em Portunhos. Estes acontecimentos remontam ao ano de 1867.




- FESTAS RELIGIOSAS HABITUAIS -

PORTUNHOS

˃ FESTA DE S. JULIÃO
No domingo entre 9 e 15 Janeiro
Missa, às 15h00

˃ FESTA DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA (Festa dos Caracóis)
No fim de semana a seguir ao 12/13 de maio
No sábado, procissão de velas, às 22h00
No domingo, missa seguida de procissão, às 15h00

˃ FESTA DE S. JOÃO BATISTA
No dia 24 de junho
Missa na Capela de S. João, pelas 17h30

˃ FESTA DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS (de dois em dois anos)
Meados de Agosto
No domingo, missa seguida de procissão, às 16h00


PENA

˃ FESTA DE NOSSA SENHORA DA ESPERANÇA (dos solteiros)
No fim de semana a seguir à Páscoa
No sábado, 11h30 procissão da antiga escola, 12h00 missa, 16h00 procissão por duas ruas

˃ FESTA DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA
Num fim de semana em maio
No sábado, procissão de velas, às 22h00
No domingo, missa seguida de procissão à volta da capela, às 15h00

˃ FESTA DE S. PEDRO
No primeiro fim de semana de agosto, após a Expofacic
No sábado, missa e procissão nas três ruas, às 15h00



OUTIL

˃ MISSAS NAS CAPELAS DE STA RITA E DE S. PAULO
Nos domingos mais próximos de cada um dos dias dos santos é celebrada missa campal, à mesma hora de domingo, nas capelas em vez de ser na igreja matriz

˃ FESTA DE SANTA MARIA MADALENA
No dia 22 de julho
11h30 procissão da capela de Santa Rita, 12h00 missa, 18h00 procissão
Cerca de dois dias antes é antecedida de procissão de velas pelas 21h30 da igreja para a capela



VILA NOVA

˃ FESTA DE NOSSA SENHORA DA ESPERANÇA
No segundo fim de semana de agosto
Sexta, às 22h00, Procissão de velas
Domingo, 16h30 missa, e às 18h00 procissão (passando por quadros vivos)



CANTANHEDE

˃ ROMARIA E FESTA DE SANTA MARIA DE VAGOS
Segunda a seguir ao Pentecostes, em Vagos
09h00: Concentração no largo de St António em Vagos
10h00: Saída da procissão
11h00: Missa (presidida pelo Bispo de Aveiro)
13h00: Almoço partilhado
15h30: Concentração
16h00: Terço (presidido pelo pároco de Cantanhede), terminando com bênção do Bodo, e lanche
Terça a seguir ao Pentecostes, em Cantanhede
17h00: Lanche no parque
21h00: Missa, seguida de procissão e pregação no exterior

˃ DIA DE S. JOÃO BATISTA
Dia 24 de junho
Missa na Capela de S. João às 10h00

˃ FESTA DE S. PEDRO
Dia 29 junho
21h00 Missa seguida de procissão

˃ FESTA DE S. MATEUS
Dia 21 setembro
11h00 missa, 16h00 terço, 21h00 leilão

˃ DIA DE S. TIAGO (feriado municipal em Cantanhede)
Dia 25 julho
Missa às 10h00 na Capela de S. João



LEMEDE

˃ FESTA DE S. JORGE
fim de semana mais perto do dia 23 de abril
Sábado, missa e procissão de velas, às 21h00
Domingo, missa, procissão e passagem da bandeira, às 15h30
Segunda, missa pelos defuntos, às 21h00



PÓVOA DA LOMBA

˃ FESTA DE NOSSA SENHORA DAS NEVES
Dia 5 de agosto
Missa às 11h00 e procissão às 17h00
Missa nos dois dias seguintes



SÃO JOSÉ - COMUNIDADE

˃ DIA DE S. JOSÉ
Dia 19 março
Missa às 20h30 [seguida de procissão de velas]

˃ FESTA DE S. JOSÉ
Num fim de semana de agosto
Tríduo preparatório com 20h00 confissões e 20h30 missa
Domingo, missa e procissão às 17h00



VARZIELA

˃ DIA DE SANTA APOLÓNIA
Dia 9 fevereiro
Missa pelas 20h30 [seguida de procissão de velas]
[No domingo seguinte missa às 15h00 seguida de procissão]

˃ FESTA DE SANTA APOLÓNIA
Dia 15 de agosto
Missa e procissão às 17h00
A dimensão sinodal da Igreja, se bem que pode e deve contar com algumas estruturas de participação, está sobretudo dependente de uma nova compreensão e de um novo sentir fundado na teologia de que todos os batizados são participantes dos dons e da missão de todo o Povo de Deus (D. Virgílio do Nascimento Antunes)

INTERVENIENTES


Administração

Equipa Fraterna de Animação Pastoral
Conselho Pastoral
Conselhos Económicos
Comissões de Capelas
Comissões de Festas
Secretaria Paroquial

Anúncio da Palavra

Catequese de Infância e Adolescência
Educação Moral e Religiosa Católica
Grupos Juvenis de Vida Cristã
Cantar-Te
Cristo às carradas
Grupo Paroquial de Casais
Formação de Adultos
Equipa Paroquial Vocacional
Movimentos
Agrupamento de Escuteiros 382
Apostolado da Oração
Conferência Vicentina
Cursos de Cristandade
Equipas de Nossa Senhora
Grupos da Sagrada Família
Grupo de Amor e Paz do Renovamento Carismático
Grupo Missionário LIAM
Liga Eucarística
Percurso Alpha
Irmandades e Confrarias

Liturgia

Iniciação Cristã de Crianças
Iniciação Cristã e Catequese de Adultos
Preparação para o Matrimónio
Ministérios Laicais
Grupos Corais
Grupos de Leitores
Acólitos
Serviço de Sacristia
Zeladoras

Serviços Sócio-Caritativos

Comissão Paroquial Justiça e Paz
Assistência Espiritual no Hospital
Assistência Espiritual na Santa Casa da Misericórdia
Assistência Espiritual na Fundação Ferreira Freire

Cultura

Grupo de Teatro S. Pedro

Gabinete de Informação

Agenda Paroquial
Boletim Registos
Jornal Boa Nova
Como discípulos missionários, devemos entrar decididamente com todas as forças nos processos constantes de renovação missionária, pois, hoje, cada terra e cada dimensão humana são terra de missão à espera do anúncio do Evangelho (Nota Pastoral da Conferência Episcopal Portuguesa , 2018)
A vitalidade de uma comunidade também se espelha no cuidado que presta ao seu património, na medida em que este representa um instrumento necessário, mesmo indispensável, ao exercício da sua missão.

ESPAÇOS

IGREJAS E CAPELAS


REGISTOS

Para nós, cristãos, os óculos adequados para decifrar a realidade só podem ser os da boa notícia: partir da Boa Notícia por excelência, ou seja, o «Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus» (Papa Francisco)

RECURSOS

O trabalho reveste uma importância primária para a realização do homem e o progresso da sociedade; por isso torna-se necessário que aquele seja sempre organizado e realizado no pleno respeito da dignidade humana e ao serviço do bem comum. Ao mesmo tempo, é indispensável que o homem não se deixe escravizar pelo trabalho, que não o idolatre pretendendo achar nele o sentido último e definitivo da vida.

AGENDA

Sob a proteção de Maria, sejamos, no mundo, sentinelas da madrugada que sabem contemplar o verdadeiro rosto de Jesus Salvador, aquele que brilha na Páscoa, e descobrir novamente o rosto jovem e belo da Igreja (Papa Francisco)